Cargos em comissão: mito e realidade

O ano é 1848. O juiz Maurício Nabuco, pai do futuro abolicionista Joaquim Nabuco, protesta nos jornais a respeito dos métodos administrativos do Presidente da Província de Pernambuco, recém-eleito: “…essas demissões em massa, desde o chefe até o porteiro, desde o coronel até o cabo, desde o juiz até o meirinho, essa amovibilidade dos empregados com a qual é impossível adquirir a experiência do serviço público e conservar as suas tradições, com a qual é impossível que haja homens especiais e empregados experimentados, (…) é incompatível, já não dizemos com a monarquia, quando não com qualquer governo regular”.

Mais de 160 anos depois, o teor do protesto de Nabuco contra o loteamento da máquina pública com apadrinhados políticos ainda ecoa no país em editoriais, discursos e conversas de bar. Não teríamos avançado nada, nessa matéria?

Leia aqui a íntegra do meu texto para o Nexo Jornal sobre cargos comissionados no governo brasileiro.

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